CONHEÇA O “SINAL” – SISTEMA NACIONAL DE ALARMES DA PRF

Prezados militares, amigos e população fluminense, a FABOM com o intuito de passar informações que facilitem ação das Forças Estaduais e Nacionais, fornece uma dica importante:

Quem tiver seu veículo roubado/furtado pode inserir a informação direto no site da Polícia Rodoviária Federal www.prf.gov.br/sinal. Todos os agentes da PRF num raio de 100 km receberão a mensagem em seu celular funcional.

Inovação.

Orgulho da PRF.

Informação cedida por nosso parceiro abaixo:

 www.efetivaseguros.com.br
 efetiva@efetivaseguros.com.br
 (21) 96016-2160

A FABOM CHAMA A ATENÇÃO AOS DONOS DE VEÍCULOS

 

ATENÇÃO aos donos de veículos, porque a partir deste ano a cobrança do seguro obrigatório DPVAT não constará mais na guia para pagamento do IPVA.

Os boletos para pagamento do DPVAT precisam ser gerados no site https://pagamento.dpvatsegurodotransito.com.br.

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) é obrigatório e também muito necessário, pois qualquer vítima de acidente envolvendo automotores – seja passageiro, pedestre ou motorista -, tem direito a receber uma indenização.

Portanto, não deixem de efetuar o pagamento, por ser, inclusive, uma exigência prevista na legislação.

Para maiores informações entre em contato:

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 (21) 96016-2160

UNIMED-RIO TEM NOVOS 14 PRODUTOS LIBERADOS PARA A VENDA

RIO — Reclamações relativas à cobertura assistencial, como negativas e demora no atendimento, recebidas no terceiro trimestre deste ano, levaram a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a determinar a suspensão de venda de 31 planos de dez operadoras. Neste ciclo, estão sendo reativados plenamente 27 planos de saúde de sete operadoras, entre eles os 14 planos da Unimed-Rio, que está em direção fiscal e técnica, proibidos de serem vendidos no ciclo passado.

Neste ciclo, a cooperativa não teve nenhum produto suspenso. Outras três operadoras tiveram seus planos parcialmente reativados para comercialização.

Para o presidente da Unimed-Rio, Romeu Scofano, a liberação para venda de todos os planos da cooperativa é reflexo dos esforços impetrados pela empresa para a melhoria de seus indicadores, com destaque para a redução significativa do volume de reclamações. Em um ano, a diminuição foi de mais de 50%.

– Esta é uma indicação que estamos atendendo às expectativas de nossos clientes. E isso para a gente é o mais gratificante, pois todos os nossos esforços são sempre para melhorar o atendimento aos nossos beneficiários e oferecer uma medicina de alta qualidade. A liberação total dos planos para comercialização mostra que estamos seguindo pelo caminho certo – diz Scofano.

A medida passa a valer na sexta-feira da próxima semana, dia 8 de dezembro, e faz parte do acompanhamento periódico realizado pela ANS pelo Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento. De acordo com a agência, a suspensão tem  um caráter de proteção dos 167,7 mil beneficiários desses planos, que continuam a ter assistência regular. Os produtos afetados só podem voltar a ser comercializados para novos clientes se comprovarem a melhoria no atendimento.

Fonte Jornal O Globo

Cinquenta e sete carros são roubados por hora no Brasil, diz pesquisa.

O número de carros roubados em várias capitais brasileiras subiu em 2015. Um dos reflexos disso está no valor do seguro. O número de carros roubados em várias capitais brasileiras subiu no ano passado. Os dados da Confederação Nacional de Seguros impressionam: 57 veículos foram roubados por hora no país e um dos reflexos disso está no valor do seguro.

O segundo carro do geógrafo Rodrigo Paixão foi comprado com o dinheiro do

seguro do antigo carro, roubado em 2015. Por causa do roubo, muitas seguradoras se recusaram a fazer a nova apólice e ele só conseguiu um valor bem mais alto: “Eu não usava o carro para o trabalho, tenho garagem e alarme no carro. Mesmo com essas coisas, eu não consegui baratear por conta desse sinistro. Eu acho muito injusto, porque eu não queria ser roubado, eu acho que o fato de eu ser roubado não deveria encarecer, porque todo mundo está sujeito a isso”.

Manaus foi a capital onde o roubo e furto de carros mais aumentou (25,63%) em 2015, na comparação com 2014, seguido por Porto Alegre (24,34%) e Recife (11,51%). No Rio de Janeiro o aumento foi de 5,04%.

O número de roubos e furtos em uma região é um dos fatores que podem alterar o valor da apólice, mas não é só isso. O perfil do motorista, a idade dele e informações como o local onde o carro fica estacionado durante a noite também interferem no valor do seguro.

“O seguro varia conforme o risco. Nem sempre esses riscos são gerenciáveis pelo usuário, mas há algumas técnicas que o usuário pode adotar como, por exemplo, contratar um seguro com rastreador, contratar um alarme para o carro, colocar o carro sempre guardado em estacionamentos fechados”, orienta Marcio Vieira Souto Costa, presidente da Comissão de Seguros da OAB-RJ.

Os governos do Rio de Janeiro e de Amazonas contestaram os números da Confederação Nacional de Seguros. Eles dizem que houve redução nos roubos e furtos, resultado do reforço no policiamento. Os governos do Rio Grande do Sul e de Pernambuco reconheceram o aumento deste tipo de crime. O governo gaúcho prometeu regulamentar a lei federal dos desmanches para combater o roubo e furto de carros

07/01/2016 / Fonte: G1

Cobertura para danos de terceiros

Devem se adequar a indenizações fixadas pela justiça
Acidente de trânsito com vítima pode resultar em indenização de até R$ 300 mil para o condutor

O Brasil registra dois acidentes automobilísticos com danos pessoais a cada minuto. E o número de vítimas desses acidentes cresce cinco vezes mais do que a frota nacional, que tem 3 milhões de novos veículos todo ano. É por isso que uma cobertura adequada de danos a terceiros é importante.

Embora com dados do DPVAT o número de colisões de automóveis com vítimas tenha aumentado 50,8% nos últimos cinco anos e a quantidade de acidentes com danos corporais a terceiros tenha crescido 39% apenas no último ano, são poucas as apólices de seguro que incluem uma cobertura com indenizações para situações como essas.

A média nacional de cotnratação de seguros do tipo RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos) tem cobertura média de R$ 67 mil, o que nem de longe dá conta de uma indenização em caso de acidente com vítima. Na justiça, um atropelamento ou colisão com vítima fatal, por exemplo, dificilmente tem indenização fixada em menos de R$ 120 mil. E isso sem contar danos morais. Além disso, se o responsável pelo acidente não tiver condições de dispor desse valor, pode ser condenado a pagar uma pensão vitalícia aos dependentes da vítima, proporcional ao salário que ela recebia.

Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, a cobertura para danos corporais já é obrigatória nas apólices, uma vez que lá a preocupação dos segurados é muito maior com danos físicos a terceiros do que com prejuízos com o próprio automóvel.

É aí que o papel consultivo do Corretor se torna fundamental. É ele quem deve rever se os valores de coberturas contratadas pelo segurado são suficientes para proteger seu patrimônio, ou se ele deve sugerir ampliações para o caso de acionamento de terceiros ou de contratação de garantia de danos morais e estéticos.

“Conversar sobre essas questões faz parte do trabalho do Corretor, que mostra para o cliente seu valor agregado, e pode evitar desgastes e descontentamentos no momento de um sinistro”, diz o superintendente Vicente Lapenta, da Itaú Auto e Residência.

Ele sugere alguns momentos chave para que o profissional coloque o assunto em pauta, como:

  • Na contratação, quando o segurado está avaliando custos e benefícios;
  • Na renovação, quando é hora de rever se a cobertura está adequada;
  • No aditamento de troca de automóvel, quando vale a explicação de que um veículo maior e mais potente pode causar muito mais danos;
  • Quando o noticiário registra casos de repercussão envolvendo acidentes.

Como se calcula uma indenização de danos a terceiros?

A avaliação do montante a ser pago à vítima de acidente ou a seus familiares pode levar em consideração desde o afastamento temporário ou permanente do trabalho até o impacto financeiro e emocional na família, além dos danos morais. Veja cada caso:

Lesões ou invalidez em decorrência de acidente: entram custos hospitalares, cirurgias, centros de recuperação, fisioterapias, medicamentos, equipamentos ortopédicos, próteses, assistência domiciliar etc.

Falecimento: o cálculo leva em conta a expectativa de vida média do brasileiro, a idade da vítima, renda mensal, quantidade e idade dos dependentes.

Danos morais: é preciso contratar garantia específica e não há cálculo prévio possível, já que o valor varia conformo o entendimento do juiz.