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COBERTURA PARA DANOS A TERCEIROS

Publicado em 23/06/2015
Seção: Notícias da FABOM


COBERTURA PARA DANOS A TERCEIROS


Devem se adequar a indenizações fixadas pela justiça

Acidente de trânsito com vítima pode resultar em indenização de até R$ 300 mil para o condutor


O Brasil registra dois acidentes automobilísticos com danos pessoais a cada minuto. E o número de vítimas desses acidentes cresce cinco vezes mais do que a frota nacional, que tem 3 milhões de novos veículos todo ano. É por isso que uma cobertura adequada de danos a terceiros é importante.

Embora com dados do DPVAT o número de colisões de automóveis com vítimas tenha aumentado 50,8% nos últimos cinco anos e a quantidade de acidentes com danos corporais a terceiros tenha crescido 39% apenas no último ano, são poucas as apólices de seguro que incluem uma cobertura com indenizações para situações como essas.

A média nacional de cotnratação de seguros do tipo RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos) tem cobertura média de R$ 67 mil, o que nem de longe dá conta de uma indenização em caso de acidente com vítima. Na justiça, um atropelamento ou colisão com vítima fatal, por exemplo, dificilmente tem indenização fixada em menos de R$ 120 mil. E isso sem contar danos morais. Além disso, se o responsável pelo acidente não tiver condições de dispor desse valor, pode ser condenado a pagar uma pensão vitalícia aos dependentes da vítima, proporcional ao salário que ela recebia.

Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, a cobertura para danos corporais já é obrigatória nas apólices, uma vez que lá a preocupação dos segurados é muito maior com danos físicos a terceiros do que com prejuízos com o próprio automóvel.

É aí que o papel consultivo do Corretor se torna fundamental. É ele quem deve rever se os valores de coberturas contratadas pelo segurado são suficientes para proteger seu patrimônio, ou se ele deve sugerir ampliações para o caso de acionamento de terceiros ou de contratação de garantia de danos morais e estéticos.

"Conversar sobre essas questões faz parte do trabalho do Corretor, que mostra para o cliente seu valor agregado, e pode evitar desgastes e descontentamentos no momento de um sinistro", diz o superintendente Vicente Lapenta, da Itaú Auto e Residência.

Ele sugere alguns momentos chave para que o profissional coloque o assunto em pauta, como:

  • Na contratação, quando o segurado está avaliando custos e benefícios;
  • Na renovação, quando é hora de rever se a cobertura está adequada;
  • No aditamento de troca de automóvel, quando vale a explicação de que um veículo maior e mais potente pode causar muito mais danos;
  • Quando o noticiário registra casos de repercussão envolvendo acidentes.

Como se calcula uma indenização de danos a terceiros?

A avaliação do montante a ser pago à vítima de acidente ou a seus familiares pode levar em consideração desde o afastamento temporário ou permanente do trabalho até o impacto financeiro e emocional na família, além dos danos morais. Veja cada caso:
  • Lesões ou invalidez em decorrência de acidente: entram custos hospitalares, cirurgias, centros de recuperação, fisioterapias, medicamentos, equipamentos ortopédicos, próteses, assistência domiciliar etc.
  • Falecimento: o cálculo leva em conta a expectativa de vida média do brasileiro, a idade da vítima, renda mensal, quantidade e idade dos dependentes.
  • Danos morais: é preciso contratar garantia específica e não há cálculo prévio possível, já que o valor varia conformo o entendimento do juiz.




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